domingo, 28 de fevereiro de 2016

LondonGram #1


Quem me segue pelo Instagram já viu estas fotos que publiquei da minha viagem a Londres. Mas como disse no post anterior, usei muito pouco a máquina fotográfica e o telemóvel andava sempre comigo na mão. Então vou ser redundante mas tentar mostrar um pouquinho a história de cada foto e levar-vos a passear comigo em Londres.

1. O primeiro edifício que vi quando cheguei a Londres foi o St. Pancras Renaissance Hotel. Posso dizer sem medo que foi dos edifícios que mais me fascinou e ao olhar para ele admito a minha vontade de chorar. Estava mesmo em Londres.

2. Fiquei alojada entre Dalston e Stoke Newington em Hackney na casa da melhor amiga. Mal pousamos as malas fomos dar um volta por essa zona e por lá descobri todo um paraíso de cafés bonitos, librarias hipster (onde descobri esta revista chamada Puss Puss com uma edição sobre o Tyler, The Creator) e cabeleireiros tacky. Tudo vida, portanto!

3. A vida noturna em Londres também não me passou ao lado e fomos sair pela zona onde estávamos a ficar e ainda vi um concerto no The Shacklewell Arms e acabei a noite no backstage no The Nest. Acabar a noite como quem diz 4h da manhã. Horários demasiado estranhos para mim. Ah, e ginger beer! Preciso de mais ginger beer na minha vida. Noutra noite ainda fomos ao karaoke num bar cheio de pessoas a cantar The Smiths e Whitney Houston em uníssono! Foi bonito, The Smiths é sempre bonito.

4. Estava ansiosa por ir a Brick Lane, a zona que mais gostei de conhecer em Londres com os seus mercados de comida, lojas vintage, discos e livros. Não pude evitar comprar o Naked Lunch do Burroughs e aturar 10 minutos de fila para comer um bagel com queijo creme. Valeu a pena.

5. Depois para me matar mais um bocadinho ainda fomos à Rough Trade. Pela cidade inteira sentiam-se as saudades do David Bowie. Claro que lá não foi exceção.

6. Ainda na Rough Trade perdi-me de amores por discos de Belle and Sebastian, livros do Lou Reed, e todos os meus ícones. Poder encontrar tudo o que gosto culturalmente fez-me apaixonar por Londres acima de tudo. Para onde quer que olhasse, encontrava algum tipo de amor.

7. Claro que o turismo não foi só na zona de Hackney e Brick Lane (apesar de não me importar nada se fosse). A caminho do Big Ben pude ver ao fundo a London Eye e tão bonito que isso foi. Estava chuva, uma chuva levezinha que sabia tão bem. Londres sem mau tempo não é Londres.

8. O Tate estava na minha lista de prioridades na ida a Londres. Chegamos lá um pouquinho em cima do fecho (já disse o tempo que se perde a andar de uma ponta a outra de Londres?) mas ainda deu para ver um pouco e matar o bichinho. Numa próxima ida a Londres vou garantir que passo um dia inteiro lá.

9. Claro que Camden não podia passar por visitar. Apesar de ter sentido que era demasiado turístico para mim, fiquei feliz por ainda ver por lá uns pedacinhos da verdadeira cena punk. Foi uma visita chuvosa onde pude beber um café quente e ver umas quantas peças de roupa que o meu eu emo adolescente iria morrer por ter.

10. Se eu fosse a Londres sem ir a Oxford Street, não seria uma visita a sério. Entrei em todas as lojas que amo e não tenho em Portugal como a Topshop, a Cheap Monday, a Urban Outfitters e, claro, a American Apparel. Acabei só por comprar uma saia de veludo nos saldos da Topshop mas levava tudo comigo se não fosse o raio da libra. Ai a libra!

11. Em Trafalgar Square paramos para reabastecer com café numa livraria que era um Costa ao mesmo tempo. Sim, o Costa foi a minha salvação. Acho que nunca consumi tanto café na minha vida como naqueles dias. Ainda fiquei de olho nuns livros mas acabei só por comprar mesmo aquele em Brick Lane.

12. E o cavalos da Rainha? Como não os amar?


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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

From London, With Love

Asos Coat; Primark Scarf; Adidas Stan Smith Sneakers; Stradivarius Beret; Parfois Bag

No final de Janeiro fui passar uns dias a Londres como já tinha dito aqui pelo blog. Nunca lá tinha ido apesar de o desejar desde os meus 11 anos, altura em que me tornei fanática pelo Harry Potter e decidi que tinha de lá ir conhecer o Daniel Radcliffe no matter what - isto era mesmo assunto sério. No entanto, os anos foram passando e só com 25 anos consegui lá ir e ainda tive o privilégio de passar para os meus 26 anos nessa cidade cheia de sonhos e coisas para descobrir.
Infelizmente não tirei muitas fotos com a máquina e as minhas tentativas de fazer vlog foram por água abaixo logo na viagem entre Stansted e o centro de Londres - haviam demasiadas coisas para eu ver e não queria perder o meu tempo colada ao ecrã da máquina. Na London Bridge ainda tirei estas fotos com a cara de soninho e a vontade de me sentar no meio do chão e ficar assim simplesmente a levar com a chuva londrina que não molha. 
Londres é a cidade de sonho de muitos e conseguir ir a cada recanto que ela tem para oferecer é impossível em quatro dias. Mas foi o suficiente para me apertar o coração ao ver tudo aquilo que imaginei e com que sonhei durante a minha adolescência. Londres é mesmo isso, a cidade que marcou a minha adolescência sem nunca lá ter ido.
E a isso só posso agradecer à minha melhor amiga e melhor pessoa do mundo por me ter oferecido a viagem e um cantinho no loft de sonho dela em Dalston, a zona cool de Londres vamos lá ser sinceros.
Nos próximos posts vou falar mais detalhes da viagem com a fotos que tirei para o Instagram e, quem sabe, ainda volte lá este ano para soltar mais uma lagriminha.

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